segunda-feira, 19 de julho de 2010

TÉCNICAS DE DEPILAÇÃO DEFINITIVA


Dê fim à lâminas, cremes depilatórios, aparelhos eletrônicos e cera.
Hoje em dia, vê-se uma tendência de depilação definitiva cada vez mais extensa, com a retirada quase total dos pêlos do corpo em alguns casos. Também tem sido cada vez mais comum a depilação definitiva masculina, com a retirada de pêlos até pouco tempo atrás considerados símbolo de masculinidade e poder. E as novas tecnologias, como a depilação definitiva a laser e a eletrólise contribuem para que esse desejo seja alcançado.
As várias técnicas de depilação não definitiva hoje disponíveis incluem métodos já conhecidos como lâmina, aparelhos elétricos, ceras de vários tipos e cremes depilatórios. Esses métodos retiram ou cortam os fios, deixando a pele do local sem pelos por um determinado período de tempo. São bastante conhecidos da maioria da população. Cada um possui vantagens e desvantagens. Lâminas e aparelhos elétricos são práticos, rápidos e, no caso da lâmina, barata. Sua maior desvantagem é o crescimento rápido do pelo, o encravamento e a possível irritação da pele em algumas pessoas. As ceras, quentes ou frias e com diversos ingredientes, proporcionam uma depilação mais duradoura. Sua desvantagem mais óbvia é a dor, sendo que em algumas pessoas o uso de cera pode causar maior quantidade de pelos encravados.
A Luz Intensa Pulsada age diretamente no bulbo piloso, a parte do pelo que se localiza abaixo da camada superficial da pele, e que acaba sendo destruído, proporcionando a depilação definitiva. Com o tratamento, a quantidade e a espessura dos pelos é reduzida drasticamente, notando-se o retardo de seu surgimento e assim, diminuindo a possibilidade de geração de um novo pelo.
A energia da Luz Pulsada é transformada em calor, que destrói o folículo, mas mantém a pele intacta e protegida durante o processo por um resfriamento do próprio aparelho.
O número de sessões necessárias para a depilação definitiva depende de uma série de fatores, analisados pelo médico dermatologista. Entre eles estão: a coloração da pele, o tamanho da área a ser tratada, a quantidade de pelos desta área e sua espessura.
O ciclo de crescimento do pelo é dividido em 3 fases: anágena (crescimento), catágena (intermediária) e telógena (repouso). Em cada parte do corpo existem pelos em diferentes fases de crescimento, por isso, dependendo do paciente, são necessárias mais ou menos aplicações.
A depilação definitiva deve ser feita na primeira fase, porque o pelo tem mais chance de ser atingido.
Dr. Wagner Montenegro é especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pelo Conselho Federal de Medicina.

Nenhum comentário:

Postar um comentário